quarta-feira, setembro 22, 2010

o o o


Ela pediu paciência. Pediu um tempo para ficar sozinha e pensar no que era melhor naquele momento. Ela sabia que não seria fácil nenhuma decisão que ela tomasse porém, era melhor não correr. Sempre firme, segurou todas as barras que vieram mas não era de ferro, não.
Mesmo se culpando pela falta que sentiria dele, pela mudança que estava gerando na vida dos dois, ela se viu na obrigação de parar com toda aquela avalanche, pelo amor que sentia por ele.

Ele reagiu inerte a tudo que ouvira. Mesmo não concordando com tudo decidiu calado acatar as vontades dela.
Ele que a machucou tanto, mesmo sem querer, se viu obrigado a passar por tudo aquilo esperando que tudo ficasse bem, confiando no "Seja o que Deus quiser", tamanho era o medo de perdê-la. Abraçaram-se por mais de 3 minutos, em silêncio, numa despedida estranha. Não era o fim, mas o risco era grande. Seu coração batia aceleradamente, num compasso desesperado que era disfarçado pelo sorriso confiante.
Beijou-lhe a testa e "boa noite, meu bem".

Ela não sabia mais como seria dali por diante...





Foi tudo o que consegui perceber de onde eu estava.

5 comentários:

Paulo Tamburro disse...

OLÁ ANNE!

MUITO LEGAL O SEU BLOG.

Abaixo um trecho da crônica de humor desta semana do meu blog: HUMOR EM TEXTOS.

Caso queira, vá até ao blog e leia tudo.

Ficarei honrado com sua visita!

INIMIGOS CORDIAIS.

Nunca se deram , porém como manda a boa norma de convivência social, suportavam-se pois, eram cunhados e assim deveriam caminhar as coisas, com elegância e sem maiores baixarias...


VOU ESPERAR, CERTO?

UM ABRAÇÃO CARIOCA.

.bárbara disse...

de onde estou, não só percebo como sinto.

e de tempos em tempos, parece que precisamos nos renovar...e TEM que fazer bem.

bjos, e cuide-se!

:****

Pêaga Rodrigues disse...

como sempre, ali ne? sempre muito bom, Anne (Y)

:*

Gabriela Cardoso disse...

me achei aii.... lindo!

Maiara disse...

coisa linda. <3